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Fauchier et al.: DOAC em dose reduzida versus antiplaquetários após oclusão do apêndice atrial esquerdoApós LAAO, a vantagem de SAPT sobre DAPT resiste às análises de sensibilidade do próprio artigo. A vantagem do DOAC em dose reduzida sobre DAPT não resiste.SELUTION DeNovo HBR: balão com sirolimus versus DES em alto risco de sangramentoO subestudo HBR do SELUTION DeNovo descreve bons resultados com balão de sirolimus, mas tem eventos de menos para comparar com DES.TRIC-I-HF: reparo transcateter da tricúspide na insuficiência cardíacaNo TRIC-I-HF, a hospitalização por insuficiência cardíaca responde pela maior parte do efeito; a decisão de internar foi tomada sem cegamento.A-CLOSE: monoterapia com clopidogrel versus DAPT estendida após stent farmacológicoA-CLOSE mostrou não-inferioridade no desfecho primário porque o excesso de eventos isquêmicos e a redução de sangramento se cancelaram.PECTUS-obs aos 5 anos: placas de alto risco ao OCT em lesões não culpadas com FFR negativoA associação entre placa de alto risco e MACE em 5 anos no PECTUS-obs depende de 57 eventos, de uma mudança na definição do desfecho e de eventos fora da lesão estudada.OCVC-BIF, subestudo de OCT: DCB adjunto no ramo lateral após kissing balloonO ganho de volume luminal com DCB no ramo lateral depende de um teste t sobre distribuição assimétrica e não sobrevive ao teste não paramétrico.SELUTION4ISR: balão de sirolimus versus DES ou angioplastia com balão na reestenose intrastentO SELUTION4ISR atingiu o desfecho primário contra um controle misto, mas falhou na comparação com DES na reestenose de camada única.PARTNER 2A aos 10 anos: TAVI versus cirurgia em risco intermediárioO resultado de mortalidade do PARTNER 2A aos 10 anos se sustenta; o de reintervenção depende de um seguimento que perdeu mais da metade da coorte cirúrgica.DOUBLE-CHOICE: ACURATE neo2 versus EvolutA vantagem do ACURATE neo2 no DOUBLE-CHOICE vem do marca-passo, e a taxa de 26,5% no braço Evolut fica acima de toda a literatura recente da mesma válvula.STOP-IMH: ticagrelor sem aspirina logo após ICP primária no IAMCSSTPiloto de 200 pacientes com cerca de 4 eventos isquêmicos por braço. Não tem poder para concluir segurança isquêmica da monoterapia com ticagrelor.ViV-TMVR versus redo-SMVR: meta-análise de Sá et al.A meta-análise de Sá et al. mostra menor morbidade aguda com ViV-TMVR; a inversão tardia da mortalidade é compatível tanto com durabilidade quanto com confusão por indicação.Raona, Mehran et al.: critérios ESC 2024 de alto risco isquêmico em 15.336 pacientes com síndrome coronária crônicaOs critérios ESC modificados estratificam um gradiente de eventos, mas 71,4% dos pacientes se classificam como alto risco e parte do risco medido é mortalidade geral.NOBLE aos 10 anos: ICP versus CRM no tronco de coronária esquerda não protegidoO NOBLE aos 10 anos não mostrou diferença de mortalidade entre ICP e CRM no tronco, mas o desenho não permite a conclusão de equivalência publicada no artigo.PRO-TAVI: adiar a ICP em pacientes submetidos a TAVINo PRO-TAVI, a não-inferioridade do adiamento da ICP veio da redução de sangramento; para eventos isquêmicos, o estudo não exclui aumento de até 71%.Doma et al.: ICP de oclusão total crônica no IAM com choque cardiogênicoCoorte de braço único, identificada por códigos de faturamento, sem grupo controle. A mortalidade menor que a de registros históricos se explica por seleção e viés de tempo imortal.Index of Device Efficiency: métrica de IVUS para o balão de corte na técnica RODIN-CUTO IDE propõe um ponto final para o preparo de lesão calcificada com balão de corte. Limiar e validação vêm das mesmas 50 lesões, e a análise preditiva se apoia em 4 lesões.Tsai et al.: cinco métodos de angio-IMR comparados com IMR por guia de pressão em core labOs cinco métodos de angio-IMR tiveram AUC de 0,53 a 0,58 contra o IMR invasivo; parte do problema está na variabilidade do próprio IMR usado como referência.Koeckerling et al.: mortalidade em 10 anos após ICP ou CRM no tronco, meta-análise com IPD reconstruídoA meta-análise dos 5 estudos randomizados de tronco mostrou mortalidade igual em 10 anos com ICP e CRM; o EXCEL termina em 5 anos e os desfechos não fatais ficaram de fora.ORBITA-CTO: ICP de oclusão total crônica versus placebo na angina estávelPrimeiro ensaio cego e controlado por placebo de ICP de CTO. A ICP reduziu a angina além do placebo em lesões selecionadas, em centros experientes.CHIP-BCIS3: Impella CP versus sem suporte mecânico na ICP eletiva de alto riscoO suporte com Impella não melhorou o desfecho hierárquico, e os níveis de morte e lesão miocárdica favoreceram o tratamento padrão.HI-PEITHO: fibrinólise dirigida por cateter com ultrassom versus anticoagulação na embolia pulmonar de risco intermediárioO desfecho primário positivo do HI-PEITHO depende da descompensação cardiorrespiratória, medida em parte por escore de sinais vitais num ensaio aberto.ROLLING STONE: litotripsia intravascular versus aterectomia em coronárias calcificadasRegistro prospectivo bem conduzido. O sucesso do procedimento foi igual. A vantagem da litotripsia em 12 meses depende de um modelo de propensão com limitações e de 11 vs 23 eventos.PIONEER IV (análise interina): ICP guiada por QFR versus cuidado usualO PIONEER IV declarou a ICP guiada por QFR não inferior ao cuidado usual, mas 59% do comparador não usou fisiologia, e para esses pacientes a pergunta seria de superioridade.SPACIOUS: DCB de sirolimus versus paclitaxel no ramo lateral de bifurcaçõesO SPACIOUS mostrou não-inferioridade angiográfica com margem de 15 pontos; a diferença em reestenose binária pode ser ruído de medida.CLOSURE-AF: fechamento do apêndice atrial esquerdo versus tratamento clínico em pacientes de alto riscoO CLOSURE-AF foi negativo, mas as taxas de AVC foram iguais nos dois braços. A falha veio de complicações do procedimento, DAPT em idosos frágeis e um RMST truncado em 3 anos.Gim et al.: ICP guiada por imagem versus CRM em diabéticos com tronco ou triarterialA comparação observacional entre ICP guiada por imagem e CRM em diabéticos não testou equivalência e tem censura alta, eras diferentes e anatomias desbalanceadas.